O Estado de SP está chamando de escolas vazias, classes de 20 e 30 alunos, com listas com 60 nomes. E a melhor solução que encontrou para resolver o problema da evasão escolar, foi fechar escolas, na região do Campo Limpo serão 4 neste ano, fora o período noturno de algumas escolas que também estão para serem encerrados. Eu que sou péssimo em contas, chego a conclusão que escolas que não serão fechadas em 2016 terão por volta de 40/60 alunos com listas com 80/120 nomes. Assim teremos aulas com menos qualidade e menos tempo de aulas, já que aumentará o tempo das chamadas e da organização da sala, para o inicio das atividades. Coitados dos meninos e meninas das escolas públicas.
O Sptv quando falou da reorganização dos ciclos na educação estadual da região do Campo Limpo, mas sem nenhuma indignação com as escolas que serão fechadas. E a revolta seletiva ? ? ???
Qual movimento de direita ou esquerda, de crianças ou de adultos em sã consciência apoiariam uma politica de fechamento de escolas públicas, quando na verdade todos sabem que precisamos é de mais escolas. Os movimentos que se dizem comprometidos com o povo e que querem dá um voto de confiança a tal "reoganização escolar" deveriam ao menos não atrapalhar quem está disposto a lutar contra a deterioração da educação no estado de SP.
Na educação estadual. Depois de três meses de greve. De toda batalha e sacrifício que os estudantes realizaram. Depois de mostrar toda capacidade de mobilização e de resistência da sociedade civil, ainda existe diretor ameaçando fechar salas de aulas com o mesmo discurso raso do ex secretario de educação, discurso q até mesmo o governo assumiu ser equivocado ao voltar atrás na desorganização escolar.
Entre muitas fotos bonitas da luta deste movimento, está foi minha preferida. Vontade de lutar é o que falta em muitas pessoas que apenas sabem reclamar e pouco querem fazer. Pior do que não fazer é diminuir a importância daqueles com disposição para lutar. Este ano passamos 3 meses em greve e as críticas mais dolorosas foram as dos nosso próprios colegas que não foram para o sacrifício e ainda nos menosprezaram, quando não riram em nossas costas. E os mesmos que estiveram contra a luta dos professores no inicio do ano, também se posicionaram contra os alunos que ocuparam as escolas, se estes riram de nossa derrota, agora somos nós que comemoramos a derrota (temporária) deste governo tucano e seus puxa sacos. Com que cara diretores e professores bajuladores de seus superiores das escolas ocupadas vão encarar os alunos que salvaram o emprego deles? Pois literalmente foi isso que aconteceu, os alunos respondendo a uma guerra, salvaram o emprego do seus professores. Parabéns aos diretores e gestores que apoiaram o movimento e provavelmente vão sofrer represarias, aos amigos e não conhecidos professores que deixaram o seu lar para tentar proteger o seus alunos nas ocupações, a UPES, UBES, UMES, UJS e outros movimentos de jovens que estão na luta pelos movimentos sociais todos os dias e em vários seguimentos e também aos jovens que nunca se imaginaram nestes movimentos e hoje foram peças fundamentais para que tudo isso acontecesse, nada será a mesma coisa, ninguém será o mesmo. Obrigado pela aula de esperança e por nos ensinar que a força coletiva e progressista ainda pode vencer os mais conservadores e truculentos deste país.
Quem conhece o governo tucano sabe que não é hora de baixar a cabeça, já que não será algo inédito ele voltar a trás ou não cumprir seus "acordos" pós greves. Não foi uma e nem duas vezes que este governador mente pós acordo de fim de greve.
Que a luta continue até que o cancelamento da reorganização seja oficial e que o decreto seja revogado; punição dos policiais que reprimiram os manifestantes; nenhuma punição ou criminalização ao pais, alunos, funcionários, professores e apoiadores da luta.
Que nunca mais uma escola neste país seja fechada, nenhuma a menos, sempre a mais !
04/12/2015 foi dia de vitória sobre o truculento governo tucano. Estes meninxs "venceram o invencível" Geraldo Alckimin que foi aclamado pela população paulista no 1º turno das eleições, que ignorou uma greve de professores por 3 meses, que tem toda uma blindagem da mídia paulistana. A queda do secretário da Educação foi bastante significante, já que este homem não tinha habilidade nenhuma com a arte da negociação e da construção coletiva, porém não podemos esquecer que ele, a policia, os dirigentes de ensino, o chefe de gabinete do ex-secretário da educação que nesta segunda comunicava ao seus seguidores, acompanhado do lider Movimento Ação Popular ( organização que pede o impeachment da presidente Dilma) que estavam entrando em uma guerra contra os que lutavam pelo não fechamento da escolas, todos, receberam ordem diretas do Governador do Estado de São Paulo.
A guerra "armada" contra a educação, começou ! E desta vez o governador Alckimin mexeu sozinho com o formigueiro e apesar de ter o controle da mídia e de uma população paulistana anti-petista, desta vez diferente das manifestações de Julho de 2013, não terá o Haddad para salva - lo. Ou o governador recua com este projeto tosco de economia de dinheiro público que foi apelidado de "reoganização escolar" ou sua carreira politica e seu projeto de ser Presidente do Brasil, JÁ ERA !
04/12/2015 foi dia de vitória sobre o truculento governo tucano. Estes meninxs "venceram o invencível" Geraldo Alckimin que foi aclamado pela população paulista no 1º turno das eleições, que ignorou uma greve de professores por 3 meses, que tem toda uma blindagem da mídia paulistana. A queda do secretário da Educação foi bastante significante, já que este homem não tinha habilidade nenhuma com a arte da negociação e da construção coletiva, porém não podemos esquecer que ele, a policia, os dirigentes de ensino, o chefe de gabinete do ex-secretário da educação que nesta segunda comunicava ao seus seguidores, acompanhado do lider Movimento Ação Popular ( organização que pede o impeachment da presidente Dilma) que estavam entrando em uma guerra contra os que lutavam pelo não fechamento da escolas, todos, receberam ordem diretas do Governador do Estado de São Paulo.


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